Bem-vindo

 

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A Supervisão de Apoio Técnico tem como objetivo oferecer orientação psicopedagógica , dar assessoria técnica ao corpo docente e orientar as famílias sobre o desenvolvimento social, psicológico e intelectual de seus filhos. A equipe é composta de Orientador Educacional e Psicólogo.

A SAT tem consciência da sua responsabilidade em contribuir de forma eficaz para que nossa Instituição alcance a nossa missão principal que é formar cidadãos plenos, críticos éticos e conscientes. Para isso, precisamos criar um vínculo forte com as famílias, para que através dessa parceria  nossos objetivos sejam atingidos.

Sendo assim, com muito orgulho e satisfação, estamos iniciando o nosso blog para estreitarmos os laços. Semanalmente, estaremos inserindo textos, mensagens, sugestões de filmes, livros e muito mais, a fim de contribuir com material que possa proporcionar a reflexão de pais e professores sobre temas que valorizem a arte de educar, buscando a melhoria nas relações interpessoais, favorecendo inclusive,  a relação ensino-aprendizagem.

Contamos muito com a sua participação.

 

                                                               Marcia Abrantes Bides Palaio

                                                                         Assessoria da SAT

 

MEU FILHO, VOCÊ NÃO MERECE NADA

mundo-nas-maos-5bda4Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

imagescahu8cbu2 Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

9891Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

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Agressividade

 

  ages A agressividade faz parte da adolescência. Mas porque os jovens estão tão violentos? Entender o fenômeno é o primeiro passo pra preveni-lo.

 

Mergulhar nas causas do fenômeno é um bom começo para ir além do choque. De início é preciso lembrar que a agressividade tende a andar com a juventude, uma fase de descoberta também dos impulsos violentos. Na puberdade, o contato físico é uma maneira inconsciente de explorar a pele um do outro. Essa atividade envolve uma experimentação que pode ganhar formas mais ríspidas, sem necessariamente indicar descontrole ou intenção de humilhar. Exemplos disso são as lutas simuladas e outras “brincadeiras de mão” típicas da fase, como ilustra o depoimento de Cecília (nome fictício), 15 anos,

 

CECÍLIA* Lutinha dos meninos

1d37ocafx8yz3caww83kfcaznh0a9ca7j0rbdcajjk7wecaqlvrnccantzjn1cam4bib6ca4l8bebca1acpm0ca3e439wcabt2wh1caczu68wca9inb1jcaxfns6ucaruf3dmcao3xsutcav6khxhOs meninos da escola começam com umas brincadeiras de lutinha… Dão tapa e soco… Ficam passando rasteira uns nos outros. A maioria das meninas acha idiotice, mas eles gostam porque querem mostrar que são homens e aguentam a brincadeira… O vencedor fica se achando o fortão.

 

 

 

Mudanças fisiológicas também explicam parte da agressividade. Na passagem para a adolescência, o centro de recompensa, área cerebral responsável pela produção de serotonina (neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar), é reduzido à metade. Como os níveis da substância caem, o adolescente tem mais dificuldade em ficar satisfeito - daí vem a irritabilidade que marca o período. Inclinado à impaciência, ele pode se alterar com qualquer contrariedade.

O ambiente social também influi. A começar pelas características de gênero (que se referem aos papéis culturais que a sociedade atribui a homens e mulheres). Um exemplo: a partir do momento em que um garoto desafia o outro numa briga, a recusa é vista como uma falta de virilidade, já que a dominação e o perigo são tidos como características masculinas. Isso ajuda a entender porque 90% das agressões em ambiente escolar são cometidas por meninos.

 

 

Homens e mulheres mais agressivos na escola e na vida.

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ANA* (16 anos) Minha amiga não amarela!

A Mariana veio fazer barraco e xingar uma colega por causa de um garoto lá da escola. Minha amiga saiu correndo, com todo mundo chamando ela de amarelona. Mas, aí, pra mostrar que não amarelava, abriu um sorriso e tacou uma cadeira bem em cima da Mariana, que até quebrou um dente!

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É hora de rever o conceito de família desestruturada

 

 

 

28m0cca4jwzy5ca3ix7hvcavzt0r0cainpb1ccazjo7ygca8wlkqwcaxi7g1lcayygvjbcaxzzrw5caizcp12cac0bqy4ca8796ggca2p7hxycajya2i0cab3so0dca3w8m0tcanasar6caw6hea7O texto da pesquisadora Berlinda Mandelbaum da Revista Nova Escola (agosto, 2010) nos chamou atenção para um tema importante sobre a família, pois para pesquisadora não há um modelo ideal. Um lar com pai e mãe não é garantia de atenção à criança.

A idéia extremamente preconceituosa de que determinado aluno não aprende porque vem de uma família desestruturada, deve ser deixado de lado. Pais separados, casais homossexuais, mães solteiras, avós responsáveis por netos e tantas outras configurações compõem núcleos que podem até fugir do idealizado pela sociedade, mas têm plenas condições de obter sucesso na educação de crianças e jovens sob sua responsabilidade.8tnhncaulyov4cang8gt2ca9ha48yca6ozrbscak0mqvoca8gpns3ca3o1rf1cardgp29ca9npw8tca3fwuoicavcl1nncahxpn7ucabk093vca3iepkncaw1y75lcay04my3cab59gv2carhmho5

Para a especialista o essencial é o estudante ter em casa quem exerça os papéis materno e paterno – mesmo que seja uma pessoa só.

 

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Horas de navegação

O que você CRESCEU, aprendeu ou melhorou nestas horas de navegação?

 

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Este singelo artigo não tem um público alvo definido por abordar um fato comum à sociedade como um todo, sem nenhuma distinção etária, racial ou econômica.

Estamos passando horas demais na frente das telinhas. Celular, Ipad, Ipod, computador e note-book tomam cada vez mais horas dos nosso dias, dias das nossas semanas, semanas dos nossos meses, meses dos nossos anos e anos das nossas vidas.

Para descobrir se isso está acontecendo com você, o exame é simples e eficaz. Após passar um período navegando na web ou simplismente à frente do computador, pergunte-se: O que eu cresci nesse período? O que produzi de bom nessa hora? O que melhorei como ser humano com essa experiência?

Se as respostas não forem nem positivas nem satisfatórias, atente-se! Você está perdendo o bem mais precioso e não renovável da humanidade: o tempo.

Utilizemos o computador com bom-senso. Que as tecnologias contemporâneas ocupem uma parcela do nosso tempo. Que haja tempo para brincar com os filhos, para visitar o vizinho, para ficar largado na cama sem fazer nada, para ouvir uma boa música, para ir ao cinema, para bater pernas pela cidade sem rumo certo…images8

Chega de saber das pessoas somente pelos orkuts e facebooks! Chega de cumprimentos vistuais de aniversário! Chega de matar as saudades olhando fotos de perfis de redes sociais! Chega de conversas repletas de emotions, mas sem calor humano! Chega de supervalorizar o nosso eu virtual!…

Ainda há muita vida em mim! Há muita vida em você! VIVAMOS!

 

 

Texto adaptado do original “ O que você CRESCEU, APRENDEU OU MELHOROU NESTAS HORAS DE NAVEGAÇÃO?” – escrito pela Pedagoga com especialização em Tecnologias Educacionais Danielle Lourenço- Publicado na revista Linha Direta- Edição 157. Abril 2011.

 Texto sugerido por: Glaucia Rosa, Daniella Rezende e Ghabriela Almas

            SAT - Unidade Barra da Tijuca

 

EXPECTATIVAS x IDENTIDADE

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Nossas expectativas podem comprometer a        identidade dos nossos filhos.

Até o começo do século xx as teorias sobre o desenvolvimento infantil estavam polarizadas entre os partidários do genético (herdado) e os que acreditavam exclusivamente nas influências adquiridas (família, sociedade e cultura). Hoje entendemos que as duas teorias se complementam. Desenvolvimento não é um monólogo de uma ou outra teoria. Acontece um diálogo entre as duas.

A criança com seus aportes é um participante ativo na construção de seu destino, mas é a cultura familiar que facilita a utilização adequada desses aportes. Enquanto amadurece, a criança influencia a família e ao mesmo tempo é influenciada. Existe outro ponto crucial: ainda antes da concepção do filho, os pais fazem projeções e fantasiam sobre o futuro, na gestação continuam as predições sobre o bebê, que está comodamente instalado no útero materno sem se preocupar com esses enredos.

Todos esses projetos antecipam uma identidade na criança, atrelada ao puro desejo dos pais. Desejo que vai virando sutilmente uma espécie de “mandato secreto”.

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AUTORIDADE E DISCIPLINA ENTRE PAIS E FILHOS

 

 

no-ombro2 A verdadeira autoridade se baseia no velho e bom exemplo de

autodisciplina. Mas como é fácil confundir os diferentes sentidos dessa

palavra, encontramos muitos pais que apenas se lembram e usam um desses

seus significados: castigar e dar ordens. O que está longe do verdadeiro

sentido da autoridade como  geradora de  disciplina, ou melhor ainda de

autodisciplina.

Disciplina vem  da palavra “Discipulus”, ou seja “alguém que aprende”.

Assim, disciplina não pode ser imposta pela força, pois isso contraria o

princípio básico, da idéia de que ser disciplinado implica na admiração

espontânea por alguém que nos incentiva a sermos parecidos com ele. Exige auto controle e serenidade, indispensáveis para transmitir segurança e admiração a uma criança.

Para  promoverem esse compromisso da criança com certos princípios e

comportamentos que desejem que seus filhos tenham, os pais devem se basear na necessidade de apego das crianças a eles e lhes dar  a oportunidade de aprenderem no dia a dia observando o seu comportamento.4070a3512e175d02104f708ca071194d3

As crianças pequenas , até mesmo  para se sentirem protegidas, tendem a

admirar e imitarem seus pais . Elas os vêem como perfeitos e mesmo quando essa idéia é posta em dúvida, continuam se esforçando para acreditar que eles são modelos para o mundo.

Ao crescerem, seu círculo de conhecimentos vai aumentando enquanto a sua

ingenuidade vai diminuindo e começam a admirar e querer imitar outras

pessoas, como professores e amigos.

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O que fazer na hora do choro?

        

 

2006082300_picture1-tmPara crianças até 3 desabafo é uma forma de comunicação importante. Saiba aqui qual é a melhor maneira de anos, esse lidar com as lágrimas.

 

           O choro transmite o que os pequenos não sabem dizer. É preciso aprender a identificar a mensagem.

           

            Adaptar-se ao ambiente e à equipe da escola, despedir-se da família, avisar que a fralda está suja ou a barriga dói, perder um brinquedo para um colega… Pode  não parecer, mas a vida de uma criança até 3 anos tem uma porção de desafios e uma boa dose de estresse! Sem contar com a fala bem desenvolvida, os pequenos não têm muitas opções além das lágrimas, que podem acompanhar chorinhos sofridos ou mesmo choradeiras de assustar a vizinhança.imagescanrc3sv1

            Para o educador, enfrentar momentos como esses está longe de ser fácil. É natural que surjam sinais de frustração, irritação e, principalmente, falta de paciência. Mas tudo fica mais simples quando se conhece o desenvolvimento infantil e há acolhimento e uma permanente construção de vínculos afetivos com os bebês e as crianças – um trabalho fundamental, que começa ao iniciarem a adaptação e segue ao longo do ano.

         

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Ele é um em casa e outro na escola

Oscilações de comportamento dentro e fora do ambiente familiar indicam que seu filho quer atenção. Mas por quê?

Ana Carolina Addario,

                            

 

          4070a3512e175d02104f708ca071194d1        Crianças são imprevisíveis que existem, principalmente quando  falamos de um período da vida marcado pela formação da personalidade e do comportamento, processo intrinsecamente relacionado à maneira que a  família se relaciona entre si e com o mundo. Todo comportamento desenvolvido pela criança neste período é fruto do que ela aprende em casa, no dia-a-dia com a família. Ou do que ela vivencia em seu primeiro círculo social, a escola.

Quando os padrões de comportamento de uma criança começam a oscilar dentro destas duas esferas, é sinal de que alguma lacuna não foi preenchida, e aí podem começar a surgir problemas. Maus comportamentos como birra, muito choro, questionamento excessivo com o intuito de enfrentamento e agressão, seja em casa ou na escola, são sinais claros de que seu filho quer chamar sua atenção. Só resta saber o porquê. “Querer chamar atenção não é a causa de algum problema, mas o sintoma de algo que a criança está sentindo e que ela não sabe ou consegue explicar”, images6afirma Denise Santolere Franque, psicopedagoga mestre em criatividade e desenvolvimento escolar.

Seja por comportar-se agressivamente em casa, seja pela falta de disciplina na escola, que gênero de problema esses sintomas indicam? A resposta pode estar mais perto do que você imagina.

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Adaptação Escolar

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 O início da vida escolar requer um tempo para adaptação, fase que pode representar um desafio, não apenas para os novos alunos, mas, principalmente, para seus pais. Por isso, a dica dos especialistas se resume numa só frase: CONFIE NA ESCOLA!

          As crianças que estão indo para a escola pela primeira vez sofrem de ansiedade da separação. Elas sentem medo de que os pais não voltem para buscá-las e fantasiam o abandono. É importante que os pais lhes demonstrem interesse pela experiência que elas estão vivendo, mostrando-lhes aspectos interessantes da escola e tendo a certeza de que o vinculo de afeto e confiança é construído aos poucos com amiguinhos e educadores.

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O fim de cinco mitos

73613405    Crianças chorando e pais ansiosos. Esse é o cenário que se vê todo início de ano nas portas de creches e pré-escolas. O momento é tenso para eles e também para o professor, que, sem a exata compreensão sobre o que se passa com os pequenos, tenta a qualquer custo fazer com que eles se sintam à vontade no novo ambiente.

 

Confira abaixo cinco ideias que caíram no senso comum.
 
Mito 1
Criança que não compartilha brinquedos não está adaptada bem-me-quer_site
 
“Você tem de dividir o brinquedo com seu amiguinho.” “Isso não é seu, empreste para ele.” Frases como essas são comuns. Para a criança, muitas vezes, elas podem soar como uma ordem, uma obrigação, causando choro e recusa. “Aos olhos dos adultos, a negação da criança em dividir é vista como egoísmo”, esclarece Débora Rana. Criar uma situação ameaçadora, aumentando o tom de voz ou sugerindo uma punição caso a criança não divida ou colabore com um colega, não é o caminho.

O que acontece Nos primeiros anos de vida, a criança encontra-se num momento autocentrado do seu desenvolvimento e desconhece as regras de convivência social. A compreensão do sentido e do prazer de compartilhar virá posteriormente, depois de um processo mais amplo de reconhecimento do outro.
 
i_46Mito 2
Criança adaptada é extrovertida e participativa

O que acontece Existem as crianças extrovertidas, como também as tímidas. O respeito à personalidade de cada uma é essencial para o processo de adaptação e o direito à timidez precisa ser assegurado.

Mito 3
Na Educação Infantil, todos precisam ser amigos 1265732958-full

Nem crianças nem adultos são amigos de todas as pessoas que conhecem e não por isso a convivência pessoal ou profissional é inviável. A escolha sobre com quem elas desejam ter uma relação mais próxima é absolutamente dela.

 

O que acontece No período de adaptação, primeiro há a criação do vínculo para que o trabalho escolar aconteça. Ele deve estar baseado no respeito entre as crianças e entre elas e os professores. Aos poucos - e naturalmente -, a afetividade vai sendo construída baseada nas afinidades dentro do grupo.
crianca_chorando Mito 4
Quando estão integrados ao grupo, os pequenos não choram mais

 
Basta chegar à escola que as lágrimas aparecem. Se a mãe vai embora, elas aumentam. Na hora de brincar, de comer, de ler, choro.
O que acontece “Essa manifestação é apenas um sintoma do desconforto da criança”, afirma Débora Rana. Interpretar esse e outros sinais - como inapetência e doenças constantes - é fundamental durante a adaptação. O que eles significam? Por outro lado, a ausência do choro não quer dizer que a criança está necessariamente se sentindo bem: o silêncio absoluto pode ser um indicador de sofrimento.

Mito 5
A presença dos pais nos primeiros dias só atrapalha a adaptação 4070a3512e175d02104f708ca071194d

Na porta da sala, uma dezena de pais se acotovela querendo ver os filhos em atividade. A cena, pesadelo para muitos professores de Educação Infantil, que não sabem se dão atenção às crianças ou aos adultos, é representativa de um elemento essencial para que a adaptação aconteça bem: a boa integração entre a família e a escola, que deve acontecer desde o começo do relacionamento.

 

O que acontece Nem todo pai ou mãe conhece as fases de desenvolvimento da criança e as estratégias pedagógicas usadas durante a adaptação. Essa troca é fundamental na transição dos pequenos do ambiente doméstico para o escolar. A ansiedade dos pais vai diminuir à medida que a confiança na escola aumenta - e isso só acontece quando há informações precisas sobre a trajetória dos pequenos.

 
Adaptado de NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR, Edição 005, Dezembro 2009/Janeiro 2010 
 

 

Texto adaptado por Marina Reis - Psicóloga Unidade Maricá

Educar, pra quê?

imagesca0e0k7vA educação é valiosa e válida, é um ato de coragem do qual os pais não
podem se omitir e ao qual não podem renunciar

Freud, entre sarcástico e provocativo, repetia a seguinte frase: “Existem
três tarefas impossíveis: governar, psicanalisar e educar”. Não obstante
isso, ele ensinou a seus alunos e psicanalisou seus pacientes durante todo
o tempo. Educar é civilizar, é fazer crescer, nunca oprimir ou formar um
exército de obedientes e jamais domesticar – que para isso se “inventaram”
os cachorros e os gatos.

O eixo norteador da educação deve ser a construção de uma cidadaniaimagesca5bkvh2
possível, o que significa crescer – e, de nenhuma maneira, provocar o não
crescimento (”o óbvio é invisível aos olhos”…). Elas acabam crescendo de
qualquer jeito, mas pode ser adequada ou inadequadamente. Os pais devem
auxiliar para que o crescimento seja adequado, com uma conduta amorosa,
tenra e firme ao mesmo tempo, com saudável autoridade.
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Cyberbullying: a violência virtual

images2       Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender

Todo mundo que convive com crianças e jovens sabe como eles são capazes de praticar pequenas e grandes perversões. Debocham uns dos outros, criam os apelidos mais estranhos, reparam nas mínimas “imperfeições” - e não perdoam nada. Na escola, isso é bastante comum. Implicância, discriminação e agressões verbais e físicas são muito mais frequentes do que o desejado. Esse comportamento não é novo, mas a maneira como pesquisadores, médicos e professores o encaram vem mudando. Há cerca de 15 anos, essas provocações passaram a ser vistas como uma forma de violência e ganharam nome: bullying (palavra do inglês que pode ser traduzida como “intimidar” ou “amedrontar”). Sua principal característica é que a agressão (física, moral ou material) é sempre intencional e repetida várias vezes sem uma motivação específica. Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara ao problema. E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima foram batizados de cyberbullying. Aqui, no Brasil, vem aumentando rapidamente o número de casos de violência desse tipo.imagescaaow483Nesta reportagem, você vai entender os três motivos que tornam o cyberbullying ainda mais cruel que o bullying tradicional.

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Cyberbullying

cyberbullyingA modernidade e o avanço tecnológico tem contribuído de maneira significativa para que a cada dia seja apresentada uma nova modalidade ou faceta desta agressividade urbana. Entre elas, destaca-se: o bullying e, agora mais recente, o cyberbullying. É uma pena vermos uma ferramenta tecnológica de grande poder , sendo utilizada desta forma e trazendo grandes prejuízos psicológicos as vítimas de tal prática.Precisamos enquanto educadores e pais estarmos mais atentos as utilizações de nossos meninos diante desta poderosa tecnologia , precisamos a todo instante estar conscientizando e monitorando a utilização desta. A palavra da hora é FISCALIZAÇÃO na utilização dos nossos filhos e alunos diante dessa tecnologia . Sugestões de filmes que abordam o tema: Meu nome é Driblitt Taylor Te pego lá fora Comentário a modernidade e o avanço tecnológico tem contribuído de maneira significativa para que a cada dia seja apresentada uma nova modalidade ou faceta desta agressividade urbana. Entre elas, destaca-se: o bullying e, agora mais recente, o cyberbullying. É uma pena vermos uma ferramenta tecnológica de grande poder , sendo utilizada desta forma e trazendo grandes prejuízos psicológicos as vítimas de tal prática.Precisamos enquanto educadores e pais estarmos mais atentos as utilizações de nossos meninos diante desta poderosa tecnologia , precisamos a todo instante estar conscientizando e monitorando a utilização desta. A palavra da hora é FISCALIZAÇÃO na utilização dos nossos filhos e alunos diante dessa tecnologia .

Sugestões de filmes que abordam o tema:

Meu nome é Driblitt Taylor

Te pego lá foraimagescatyoe1v1

 

 

 

 

 Mônica Lourenço

Orientadora Educacional- Unidade Cascadura

BULLYING

093521203O termo bullying compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais que tornam possível a intimidação da vítimabullying1

Por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de bullying possíveis, o quadro a seguir relaciona algumas ações que podem estar presentes:

COLOCAR APELIDOS

OFENDER                

ZOAR                        

GOZAR                     

ENCARNAR

SACANEAR  

HUMILHAR   

DISCRIMINAR         

FAZER SOFRER

EXCLUIR

ISOLAR

IGNORAR

INTIMIDAR

PERSEGUIR

ASSEDIAR

ATERRORIZAR

AMEDRONTAR

TIRANIZAR

DOMINAR

AGREDIR

CHUTAR

EMPURRAR

FERIR

ROUBAR

 

images_helpandadvice-bullyingE onde ocorre o bullying?

O bullying é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana. Pode-se afirmar que as escolas que não admitem a ocorrência de bullying entre seus alunos desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo.

De que maneira os alunos se envolvem com o bullying?

Seja qual for a atuação de cada aluno, algumas características podem ser destacadas, bem como relacionadas aos papéis que venham a representar:

·     Alvos de bullying – são os alunos que só sofrem bullying.

·     Alvos/autores de bullying – são os alunos que ora sofrem, ora praticam bullying.

·     Autores de bullying – são os alunos que só praticam bullying.

·     Testemunhas de bullying – são os alunos que não sofrem nem praticam bullying, mas convivem em um ambiente onde isso ocorre.

Os autores são, comumente, indivíduos que têm pouca empatia.imagescaghe2zu Freqüentemente, pertencem a famílias desestruturadas, nas quais há pouco relacionamento afetivo entre seus membros. Seus pais exercem uma supervisão pobre sobre eles, toleram e oferecem, como modelo para solucionar conflitos, o comportamento agressivo ou explosivo. Admite-se que os que praticam o bullying têm grande probabilidade de se tornarem adultos com comportamentos anti-sociais e/ou violentos, podendo vir a adotar, inclusive, atitudes delinqüentes ou criminosas.

images1Os alvos são pessoas ou grupos que são prejudicados ou que sofrem as conseqüências dos comportamentos de outros e que não dispõem de recursos, status ou habilidade para reagir ou fazer cessar os atos danosos contra si. São, geralmente, pouco sociáveis. Um forte sentimento de insegurança os impede de solicitar ajuda. São pessoas sem esperança quanto às possibilidades de se adequarem ao grupo. A baixa auto-estima é agravada por intervenções críticas ou pela indiferença dos adultos sobre seu sofrimento. Alguns crêem ser merecedores do que lhes é imposto. Têm poucos amigos, são passivos, quietos e não reagem efetivamente aos atos de agressividade sofridos. Muitos passam a ter baixo desempenho escolar, resistem ou recusam-se a ir para a escola, chegando a simular doenças. Trocam de colégio com freqüência ou abandonam os estudos. Há jovens que, com extrema depressão, acabam tentando ou cometendo o suicídio.

As testemunhas, representadas pela grande maioria dos alunos,1208089719jcne3o1 convivem com a violência e se calam em razão do temor de se tornarem as próximas vítimas. Apesar de não sofrerem as agressões diretamente, muitas delas podem se sentir incomodadas com o que vêem e inseguras sobre o que fazer. Algumas reagem negativamente diante da violação de seu direito a aprender em um ambiente seguro, solidário e sem temores. Tudo isso pode influenciar negativamente sua capacidade de progredir acadêmica e socialmente.

E o bullying envolve muita gente?

A pesquisa mais extensa sobre bullying, realizada na Grã-Bretanha, registra que 37% dos alunos do primeiro grau e 10% do segundo grau admitem ter sofrido bullying, pelo menos, uma vez por semana.

O levantamento realizado pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia), em 2002, envolvendo 5.875 estudantes de 5ª a 8ª séries de onze escolas localizadas no município do Rio de Janeiro, revelou que 40,5% desses alunos admitiram ter estado diretamente envolvidos em atos de bullying naquele ano, sendo 16,9% alvos, 10,9% alvos/autores e 12,7% autores de bullying.

Os meninos, com uma freqüência muito maior, estão mais envolvidos com o bullying, tanto como autores quanto como alvos. Já entre as meninas, embora com menor freqüência, o bullying também ocorre e se caracteriza, principalmente, como prática de exclusão ou difamação.

Quais são as conseqüências do bullying sobre o ambienteimagesca5j7ocd escolar?

Quando não há intervenções efetivas contra o bullying, o ambiente escolar torna-se totalmente contaminado. Todas as crianças, sem exceção, são afetadas negativamente, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. Alguns alunos que testemunham as situações de bullying, quando percebem que o comportamento agressivo não traz nenhuma conseqüência a quem o pratica, podem achar por bem adotá-lo.

Alguns dos casos citados na imprensa — como o ocorrido na cidade de Taiúva, interior de São Paulo, no início de 2003, no qual um ou mais alunos entraram armados na escola, atirando contra quem estivesse à sua frente — retratavam reações de crianças vítimas de bullying. Merecem destaque algumas reflexões sobre isso:

·     Depois de muito sofrerem, esses alunos utilizaram a arma como instrumento de “superação” do poder que os subjugava.

·     Seus alvos, em praticamente todos os casos, não eram exclusivamente os alunos que os agrediam ou intimidavam.

·     Quando resolveram reagir, o fizeram contra todos da escola, pois todos teriam se omitido e ignorado seus sentimentos e seu sofrimento.

·     As medidas adotadas pela escola para o controle do bullying, se bem aplicadas e envolvendo toda a comunidade escolar, contribuirão positivamente para a formação de uma cultura de não-violência na sociedade.

Quais são as conseqüências possíveis para os alvos?imagescal9hdee

As crianças que sofrem bullying, dependendo de suas características individuais e de suas relações com os meios em que vivem, em especial a família, poderão não superar, parcial ou totalmente, os traumas sofridos na escola. Poderão crescer com sentimentos negativos, especialmente com baixa auto-estima, tornando-se adultos com sérios problemas de relacionamento. Poderão assumir, também, um comportamento agressivo. Mais tarde poderão vir a sofrer ou a praticar o bullying no trabalho (workplace bullying). Em casos extremos, alguns deles poderão tentar ou cometer suicídio.

E para os autores?

Aqueles que praticam bullying contra seus colegas poderão levar para a vida adulta o mesmo comportamento anti-social, adotando atitudes agressivas no seio familiar (violência doméstica) ou no ambiente de trabalho. Estudos realizados em diversos países já sinalizam para a possibilidade de que autores de bullying na época da escola venham a se envolver, mais tarde, em atos criminosos ou de delinqüência.

E quanto às testemunhas?

As testemunhas também se vêem afetadas por esse ambiente de tensão, tornando-se inseguras e temerosas de que possam vir a se tornar as próximas vítimas.

Livro sugerido: Mentes Perigosas - Ana Beatriz Barbosa Silva

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       Texto Publicado na Revista Construir Notícias - nº 40

Texto sugerido por : Marcia Abrantes Bides Palaio

                   Psicóloga - Unidade Cascadura

 

 

 

Bullying - O que fazer diante dessa situação?

 imagescanxh89k                                                                      A família e a escola devem compartilhar de uma parceria em que o diálogo, a orientação, a educação e a afetividade sejam instrumentos utilizados para desenvolver relações de respeito, tendo como foco as relações humanas.

    Temos de ter consciência de que todos os casos de bullying têm solução, e esta deve ser encontrada entre os participantes do ato com o apoio da família e da escola     imagescakjaixx    

          O assunto bullying não se esgota em apenas um ano, pois se trata de relações interpessoais que teremos ao longo de nossa vida acadêmica, familiar e profissional. Se conseguimos conscientizar nossos alunos e filhos sobre a solidariedade, a tolerância e o respeito ao outro, poderemos criar uma sociedade mais justa, fraterna e pacífica.

             
                         Convido a assistir uma reportagem exibida no Jornal Nacional:

 

Sugestão de filmes:imagescanrbsmf

 - Um Sonho Possível ( Assista esse filme Online www.assstironline.org)

- Meninas Malvadas

Dica de leitura: Fenômeno bullying imagesca8eh6j62

                                                  Marcia Abrantes Bides Palaio

                                                  Psicóloga - Unidade Cascadura

Dizer não: Uma questão de limites ou proibição?

         01562535800                                    É um grande desafio escrever sobre um tema tão abrangente e ao mesmo tempo tão polêmico por isso, vamos restringir a abrangência desse tema à versão do não que mais preocupa a quem tem a difícil missão de educar. Trata-se do não restritivo.

            Quando dizemos não a uma criança estamos estabelecendo limites ou uma proibição?

            Existem várias formas de se dizer não a uma criança como,bronca por exemplo: o não categórico (- Não, porque não!), o não explicativo (- Não pode por causa disso, daquilo e daquilo outro.), o não Poncio Pilatos, (- Por mim tudo bem agora, depende do seu pai/sua mãe!), o não consciente (- Não, pois não acho apropriado para você!). O não categórico estabelece tão somente uma proibição e por não ter nenhuma intenção educativa tem somente que ser repetido a todo o momento, pois a criança depende dele para nortear suas ações. O não explicativo é muito confundido com o não consciente, porém na verdade, ele explica tanto que mais parece um pedido de desculpas.

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Expectativas X Identidade

Nossas expectativas podem comprometer a identidade dos nossos filhos.

imagesca6u2jo5Até o começo do século XX as teorias sobre o desenvolvimento infantil estavam polarizadas entre os partidários do genético (herdado) e os que acreditavam exclusivamente nas influências adquiridas (família, sociedade e cultura). Hoje entendemos que as duas teorias se complementam. Desenvolvimento não é um monólogo de uma ou outra teoria. Acontece um diálogo entre as duas.

imagescahu8cbuA criança com seus aportes é um participante ativo na construção de seu destino, mas é a cultura familiar que facilita a utilização adequada desses aportes. Enquanto amadurece, a criança influencia a família e ao mesmo tempo é influenciada. Existe outro ponto crucial: ainda antes da concepção do filho, os pais fazem projeções e fantasiam sobre o futuro, na gestação continuam as predições sobre o bebê, que está comodamente instalado no útero materno sem se preocupar com esses enredos.

Todos esses projetos antecipam uma identidade na criança, atrelada ao puro desejo dos pais. Desejo que vai virando sutilmente uma espécie de “mandato secreto”.

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A Pergunta

 

           pessoa1                                        “Tudo no mundo está dando respostas;

o que demora é o tempo das perguntas”, escreve Saramago. Sem a pergunta, que seria da ciência? A pergunta fascinante instiga a descobrir a resposta na realidade, que se encontra em nível material, emocional, espiritual; em nível pessoal e social; em nível local e planetário; em nível natural e cultural; enfim, é a existência e a vida, pensante e não pensante. A realidade está repleta de respostas que aguardam as perguntas.

      A pergunta aciona a flecha do tempo, desconstrói a árvore do conhecimento, esvazia o frasco. A pergunta estratégica e incitante condiciona respostas dinâmicas, que, por sua vez, pedem sucessivas perguntas. As perguntas abrem janela, que apontam diferentes janelas, que vislumbram mais janelas… O saber - a ciência - é relativo e dialético e se faz de perguntas e respostas.

         É isso que faz a escola ter sentido: dar vida às perguntas. A pedagogia tradicional já fornece as perguntas, cujas respostas estão programadas. E isso faz com que todos pensem de igual forma. Ensina um velho ditado que “quando todos pensam a mesma coisa é porque ninguém está pensando”. A pedagogia transformadora, por outro lado, estimula as perguntas, a partir da realidade, para que se busquem respostas criativas e adequadas. Para Voltaire, “devemos julgar um seu humano mais pelas perguntas que pelas respostas”.

 

         Respostas prontas – que se voltam à reprodução do conhecimento e da realidade – infantilizam, banalizam, acomodam, imobilizam. Formam cidadãos medíocres e escravos. Segundo Platão, escravo é aquele que executa projetos alheios. Aquele que absorve saberes concluídos e se limita a reproduzi-los faz-se cativo e manipulável. “O que realmente destroça os nossos sonhos é resignarmo-nos às limitações que nos são impostas”, diz Bach.

        

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Dar vida as perguntas!

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       Dar vida as perguntas! foi essa frase que guardei comigo ao ler esse artigo que considero interessantíssimo. Se pudéssemos utilizar a pergunta como um dispositivo para travar um diálogo com o outro a partir da realidade, constrói-se, então, um novo conhecimento, uma nova experiência. E é nesse compartilhar de ideias, indagações, pensamentos que temos a possibilidade de caminhar para a formação de um cidadão criativo, inovador e crítico.

Sendo assim….

Abra o seu “paraquedas” e faça a sua pergunta!!!

  Bruna Assad Nakano - Psicóloga

      Unidade Campo Grande

Os Jovens e a Política

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      Desde os chamados “Caras Pintadas”, os quais muitos dizem que foram personagens fortes para a retirada de Fernando Collor de Mello da Presidência da República, não vemos mais nenhum grande movimento político desses cidadãos

Os jovens precisam voltar a se interessar por política,eleicoes_20102   principalmente   a política de seu país que vem sofrendo muito com Ministros, Senadores, Deputados e Vereadores corruptos que praticam seus golpes contra a nação e ficam impunes sobre os atos que cometeram. A manifestação é um ato democrático que o brasileiro tem que se acostumar a praticar, manifestar não é pegar em armas e sair por ai dando tiros, mas sim mostrar de forma pacífica e intensa a nossa vontade de mudança, por um país mais justo a todos; que a desigualdade social existente em nosso país seja cada vez menor e que os corruptos paguem pelos atos que cometeram.

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Vem brincar comigo!

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O Hábito do convívio carinhoso acaba por criar o senso do respeito mútuo

Muitos escritores já escreveram coisas bacanas sobre a importância das

brincadeiras na infância e estou certa de que muitos pais já leram ou

ouviram falar desse tema.

É brincando que as crianças vão dramatizando e entendendo o que é ser

adulto. Aprendem como a sociedade funciona e espera que ela se comporte.

Assim, testam regras, conceitos, leis etc. As crianças fazem da brincadeira o seu portal de aprendizado.

    Os pais que não sabem como brincar com os filhos, ficam receosos de não   1281127256722_f

estar realizando uma atividade pedagogicamente adequada ou por não

conseguirem entrar no mundo do faz de conta. Ficam preocupados quando

percebem nas brincadeiras dos filhos atitudes de ferir ou matar o outro.

    No entanto, as brincadeiras também desempenham papel importante no alívio

da agressividade, presente em todos nós.

    Brinco muito com meus filhos de Tiranossauro Rex. Acho fantástico quando

eles me transformam ou se transformam nesse dinossauro feroz. Saímos aos

gritos pela casa e da mesma forma fantasiosa que eles me matam me beijam

carinhosamente felizes com a brincadeira.

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É preciso medir e balancear atitudes

balanca_marteloA transmissão de valores é uma das preocupações que todo pai tem ao educar. Como fazer isso no dia-a-dia? Quais valores precisam ser passados? A escola pode ajudar? É natural que dúvidas acabem surgindo: o assunto é sério. Sem transmitir os valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Apesar de não existir respostas simples, é possível apontar caminhos a serem seguidos, com o objetivo de amenizar alguns problemas de comportamento enfrentados atualmente.

Indisciplina, rebeldia, birra infantil, envolvimento dos jovens com álcool e drogas e os insatisfatórios níveis de aprendizagem estão entre as reclamações mais comuns das famílias (e das escolas). A pergunta que fica é “como chegamos a esse ponto?”. Para o psicoterapeuta e consultor organizacional José Ernesto Bologna, a realidade de hoje é conseqüência das transformações que marcaram o século 20 - perda do papel da religião como fonte de moralidade, desestruturação da família e, também, nascimento de um novo status para o jovem, que passou a ser reconhecido como uma força social com vontade própria. “Ser jovem passou a ser um ideal para toda a sociedade, mesmo para os idosos”, afirma.maos

Muitos pais associam a Educação fincada na moral e nos valores com autoritarismo e acreditam ser um retrocesso ao conservadorismo. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, como, por exemplo, respeitar o próximo. Não há valor que se sustente sem bons exemplos. Não adianta os pais defenderem que a criança não pode agir como se ela fosse o centro do universo se eles próprios o fazem em seu dia-a-dia.

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Valores

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    Durante nosso processo de crescimento,  aprendemos valores que são pertinentes para vivermos em sociedade. Estes valores se desencadeiam, num primeiro momento,  no âmbito familiar se estendendo ao convívio do âmbito escolar e nas nossas próprias relações enquanto indivíduos em constante processo de interação com o outro. Valores como respeito, solidariedade e   justiça, devem ser construídos e resgatados em todas as instâncias do meio social,  a partir do diálogo, reflexões e vivências. Desta forma, quando falamos em transmitir valores para a formação do indivíduo, família e escola precisam estar juntas.

 

 Sugestão de leitura:

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Linguagem Do Afeto : Como Ensinar Virtudes E Transmitir Valores

 

 

 

 

                                        Fabiana - Orientadora Educacional

                                        Unidade Recreio dos Bandeirantes

                                  Autor: Celso Antunes

Paternidade em transformação

 

Falta compreensão sobre o papel do pai, que mudou mais do que o da mãe

 

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          A partir da experiência alcançada com a especialização no Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB), pude constatar o quão importante se faz a presença do pai para o desenvolvimento emocional da criança. Entretanto, ficou perceptível que a maioria das mães excluía a figura  paterna da vida de seus filhos e que isso trazia os mais variados desdobramentos para criança. Assim, ao ler tal reportagem, pensei que sua contribuição seria essencial para nossa comunidade escolar.

      “Há muito pouco conhecimento sobre paternidade”, atesta o psicanalista Rubens de Aguiar Maciel, da USP e do Hospital das Clínicas, um dos poucos especialistas do país. “Quando comecei paternidade-bebe3

o doutorado, em 2006, havia só uma tese sobre o tema. Quatro anos depois, era só aquela e mais a minha. O tema é escasso inclusive em publicações internacionais.” No entanto, sustenta, o pai é uma figura fundamental na estruturação da personalidade da criança e seu papel, diferentemente do da mãe, mudou radicalmente nos últimos 100 anos

  Nessa entrevista, Maciel fala sobre seu estudo inédito com    

 homens prestes a se tornarem pais pela primeira vez, os anseios e inseguranças que os acometem. E também sobre as suas próprias

incertezas como pai de duas filhas. “Eu fiz o possível para ser um bom pai, mas acho que a minha filha de 17 anos não concorda com isso.”

 

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Projeto de lei pode aprovar a proibição de castigos físicos a crianças e adolescentes

   palmadas-2                                                                                                  Está em tramitando no congresso a votação do projeto de lei PL 7672/2010 que proibirá que os pais usem castigos físicos, como beliscões e palmadas, para corrigir seus filhos.
 
O ECA diz que toda criança e adolescente tem o direito de ser educado e cuidado, sem o uso de artifícios que causem dor ou lesão e ridicularize-as. Os pais e integrantes da familia, responsáveis que façam uso destas medidas  como formas de correção, disciplina, educação, ou a qualquer outro pretexto estarão sujeitos a sanções previstas em lei. Estas sansões dizem respeito à o encaminhamento a programa oficial ou comunitário de proteção à família; o encaminhamento a tratamento psicológico ou psiquiátrico; o encaminhamento a cursos ou programas de orientação; a obrigação de encaminhar a criança ou adolescente a tratamento especializado; e advertência.
 
Esta iniciativa vai fazer uma interrupção no aprendizado precoce das crianças de que a violência é uma forma legítima de resolver conflitos.
 
Mais que um assunto familiar, esta é uma discussão que deve preocupar a sociedade como um todo. Precisamos pensar sobre as formas como usamos pra mostrar nossa autoridade para as crianças, fazendo com com que als reconheçam nossa função. Fazer com que nossos filhos reconheça nossa autoridade não significa ser autoritário, nem usar de recursos de coação ou medo.
 “Trata-se de um grande desafio para todos nós o de buscar formas alternativas para educar, para colocar limites em nossos meninos e meninas sem o uso de violência”, salienta Carlos Zuma, do Instituto Noos e Rede Não Bata, Eduque. E o que se pede agora é que a sociedade entenda que esse momento é uma grande oportunidade de pensar e transformar as práticas naturalizadas e automatizadas com o pretexto de educar.

Sugiro um vídeo referente entrevista da Secretária dos Direitos Humanos
do Governo Federal, Carmem Oliveira, falando sobre a Lei das Palmadas.

 
Você pode participar, votando no site http://www.votenaweb.com.br/projetos/1187 e colocando sua opinião sobre o assunto.
 

                                 Marina -Psicóloga e Edemara- Orientadora Educacional

                                                                   Unidade Maricá