Uma Reflexão Sobre Espiritualidade e Fé!!!

Orar faz bem!!! 

Hoje falo de forma mais pessoal sobre um tema que pode parecer meio diferente, mas com certeza é algo que aprendi a amar e reverenciar. Falo sobre: Espiritualidade, fé e experiência de Deus que é um termo comum pra pessoas que possuem algum tipo de crença. Pessoas que me conhecem já me viram em residências, igrejas, escolas, salões paroquiais, fazendas e outros tantos lugares que talvez nem me lembre mais… As vezes realizando algum tipo de momento de oração, palestra ou simplesmente conversando com as pessoas ali presentes. Ouvindo suas dificuldades ou mesmo sabendo um pouco mais de suas histórias de vida. De forma especial sempre me encanto quando visito a Vila Pe.Alaor, Casa das Meninas, Casa da Acolhida, Fazendinha Senhor Jesus e outras que existem graças a abnegação e perseverança de seus dirigente, bem mas não vim falar disso mas que cada momento vivido marcou profundamente quem eu sou e aquilo em que acredito.

Acredito que todo ser humano possui dentro de si uma dimensão infinita, algo que não consegue ser preenchido exclusivamente por elementos sociais ou econômicos. Vivemos o momento do ter, possuir em detrimento do ser. Uma personalidade realmente importante de nosso tempo dizia: “Procure ser um homem de valor e não de sucesso”. Sucesso é legal, mas temos de entender que algumas barreiras éticas estão sendo quebradas em nome dele. Alguns dizem que estamos tratando coisas como pessoas e pessoas como se fossem coisas. Tornamos-nos fieis de um deus mercado, louvamos este deus nos altares das vitrines e o adoramos nos shoppings e similares. Incrível como o essencial da vida passou a ter preço e etiqueta.

A busca comum de todas as pessoas é sem duvida ser feliz, mas o que é a felicidade? Este ideal humano que atravessa gerações e agora é oferecido sem ressalvas nos anúncios da tv, revistas, internet e tantos outros meios. Acredito que a vida humana perpassa claro pela posse de bens, não nos parece nada agradável não ter onde morar ou faltar comida ou mesmo acesso ao lazer algo que é fundamental a vida digna, mas quando priorizamos apenas o aspecto material da vida nos deixamos invadir por um sentimento de competição e ao mesmo tempo de fragilidade, afinal como confiar em meu concorrente? Por que ajudar alguém que poderá num futuro próximo tomar meu emprego? E por ai vai… Sei que parece exagerado, talvez seja, mas o que percebemos é que quanto mais o mundo se individualiza mais ficamos amedrontados e receosos de sair às ruas, de confiar nas pessoas e mesmo de fazer certas escolhas.

Numa realidade mais simples em que não precisaríamos de ter medo de sermos mais generosos e solidários e o ponto de partida é sem dúvida a busca desta espiritualidade onde fé e vida pudessem caminhar juntas, ou seja, uma fé que não nos leve somente aos altares, mas que nos coloque junto das pessoas que mais precisam. Pensamos em pobres desvalidos e pessoas carentes, mas não somente eles. Quantos moram em grandes casas e seus corações estão vazios de esperança ou mesmo cheios de amargura e dor. A experiência de Deus é justamente o sustentáculo pra tantos desafios em nossa vida. É sabermos que quanto mais tivermos dentro de nós este Ser Supremo como guia e fortaleza, mais teremos a confiança de enfrentar a vida de pé e com coragem. Viver é um risco que vale a pena!

Viver então a Sombra do Onipotente é ainda mais aconchegante e prazeroso. Onde a certeza de não estarmos sós nos anima e confere forças para as batalhas do dia a dia.

Um aviso Importante: Aceitar uma fé não quer dizer ficar rico ou escapar de problemas, este Deus ainda não conheço… O exemplo da Cruz ainda é nossa grande referencia.

Um Outro Mundo é Posível: Economia Solidária

Economia Solidária: futuro do desenvolvimento? O movimento cresce no Brasil e na América Latina de maneira cada vez mais organizada. Além de gerar renda, as redes solidárias querem transformar o atual paradigma do desenvolvimento econômico e das relações interpessoais e com o meio ambiente. Nessa empreitada, o protagonista é o consumidor.

 O QUE É ECONOMIA SOLIDÁRIA? 

Muitos consumidores ainda enxergam na economia solidária apenas um meio encontrado por produtores de baixa renda ou desempregados para sobreviver. Com essa visão, a tendência é acreditar que adquirir produtos provenientes de cooperativas, associações, empresas autogestionárias (elas mesmas se organizam de forma independente) e feiras de troca não passam de um pouco de caridade. O que pouca gente sabe é que a economia solidária vai muito além da geração de renda e traz propostas de mudanças nas relações interpessoais e com o meio ambiente. Cooperação, não competição, preservação dos recursos naturais, não exploração dos trabalhadores, igualdade de poder na tomada de decisões na empresa e responsabilidade com a comunidade local onde o empreendimento está inserido são princípios que norteiam essa prática. A economia solidária surgiu como movimento social na Inglaterra, durante o século 19, como forma de resistência - por parte da população socialmente excluída - ao crescimento desenfreado do capitalismo industrial. No Brasil, o movimento só ganhou força no final do século passado, mas tem crescido consideravelmente nos últimos anos e já faz do país uma referência internacional no assunto. Segundo Ana Lúcia Cortegoso, membro da coordenação colegiada da INCOOP - Incubadora Regional de Cooperativas Populares da Universidade Federal de São Carlos, as formas de organização solidária possuem um papel importante para a população que tem dificuldade de acesso às condições impostas pelo mercado . Sempre que o movimento de economia solidária se reúne, fica claro que a intenção é realizar uma transformação social, questionando a forma como a economia está organizada e propondo outra maneira de promover o desenvolvimento, com menos concentração de renda e melhor distribuição da riqueza , esclarece Daniel Tygel, secretário executivo do FBES - Fórum Brasileiro de Economia Solidária. Ele diz que, muitas vezes, a motivação para se criar essas organizações solidárias realmente surge como uma estratégia de sobrevivência por parte dos trabalhadores. Mas, depois que se articulam, a iniciativa acaba ganhando uma dimensão organizativa mais ampla e um aspecto de movimento social. Se esses conceitos soam como um retrocesso na maneira de a sociedade se organizar, voltando aos tempos primitivos do coletivismo ou novamente apregoando o que as bandeiras socialistas defendiam, Daniel Tygel entende a valorização desses ideais como um salto para o futuro. O fato de alguns elementos da história passada terem sido esmagados, não significa q devemos ignorá-los, mas existe uma situação conjuntural completamente diferente de épocas anteriores: vivemos a dimensão mais aguda da globalização, com concentração de informações em grandes empresas nunca antes vista. Além da autogestão, eixo fundamental das organizações solidárias, também existe uma preocupação com o futuro do planeta e a finitude dos recursos . Portanto, se o consumidor usa seu poder de compra para priorizar bens e serviços gerados a partir da economia solidária, está contribuindo diretamente para que os modelos econômicos, políticos e sociais sejam repensados e reconstruídos. Entenda abaixo quais as particularidades desses empreendimentos, a maneira como se organizam e de que forma você já está envolvido nesse processo.

 

Atenção: Realize estas questões para uma discussão em sala de aula.

Questões para serem  respondidas no caderno de Ensino Religioso.

 

  1. O que é de fato Economia Solidária?
  2. Por que o consumidor é a peça chave desse tipo de economia?
  3. Qual a motivação para iniciar empreendimentos como estes que se baseiam em Economia Solidária?
  4. “Cooperação, não competição, preservação dos recursos naturais, não exploração dos trabalhadores, igualdade de poder na tomada de decisões na empresa e responsabilidade com a comunidade local onde o empreendimento está inserido são princípios que norteiam essa prática”. Explique.
  5. As populações que muitas vezes são excluídas do processo econômico percebem na economia solidária uma oportunidade. Por quê ?
  6. Quais aspectos que vão alem dos financeiros e que são importantes em uma economia solidária?
  7. Faça em forma de desenho um símbolo que represente o tema que estudamos: Economia Solidária.

 

 

 

Haiti e Solidariedade Humana em meio a Tragédia

É difícil começar quando o assunto envolve tantas mortes quanto as que aconteceram no Haiti e mais ainda compreender tudo isto. Algo que de certa forma me deixa feliz é perceber que diante das tragédias o ser humano consegue demonstrar solidariedade e capacidade de se colocar no lugar dos outros. Estamos acompanhando pelos vários meios de comunicação o desenrolar dos resultados terríveis deste terremoto que assolou um dos países mais pobres do mundo. Complicado imaginar que num lugar onde parte da população come biscoito de uma mistura de óleo, sal e barro (isso mesmo de terra) e de repente o pouco que se tem se torna nada.
Toda infraestrutura comprometida tanto no aspecto físico de ruas, casas, escolas, igrejas, hospitais, mas também no aspecto de organização do estado onde a desordem é generalizada, já que a própria sede do governo se encontra no chão, bem como ministérios e secretarias estão desarticuladas. Pelas imagens e depoimentos que estamos tendo acesso percebemos a realidade de uma pobreza extrema. Os mortos vão sendo recolhidos como é possível e então enterrados em valas comuns. Desta forma torna-se impossível uma futura referencia de que um dia estiveram vivos e fizeram parte de uma família e da sociedade, pra eles de certa forma é como se nunca tivessem existido. Triste e necessário diante da iminência de doenças como cólera e outras advindas da decomposição dos corpos. Quando nos deparamos com algo tão intenso e do qual não sabemos bem o que fazer é importante sermos rápidos. O mundo se mobiliza pra buscar ajudar, mas mesmo essa ajuda não é fácil de chegar. Pessoas são atendidas no chão, cirurgias são feitas de maneira precária a céu aberto e mesmo assim existe uma luta incansável pra salvar vidas e buscar sobreviventes.
O Brasil perdeu muito… Militares em missão de paz, representantes da ONU e de forma especial a Dra. Zilda Arns que é reconhecida mundialmente por seu trabalho incansável para salvar crianças da fome e da desnutrição. Perdemos um filho da terra o subtenente do Exército, Raniel Batista de Camargos, nasceu e cresceu no bairro Rosário em Patos de Minas. No caso daqueles que estão no Brasil podemos ajudar através de doações que serão utilizadas para amenizar este sofrimento imediato. Os brasileiros já doaram mais de R$ 300 mil a três entidades que estão recebendo doações em contas correntes para ajudar as vítimas. A conta do SOS Haiti, recebe doações que vão diretamente para a Embaixada do Haiti no Brasil.
A Embaixada da República do Haiti está arrecadando doações em dinheiro. Para colaborar, podem ser feitos depósitos ou transferências de qualquer banco, mesmo de fora do Brasil, para a conta corrente abaixo:

Nome: Embaixada da República do Haiti
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
CC: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) também recebe doações só em dinheiro. A entidade não recebe outros tipos de doações em função da dificuldade de enviá-las ao país.

Dados para depósitos ou transferências:

Nome: Comitê Internacional da Cruz Vermelha
Banco: HSBC
Agência: 1276
CC: 14526-84
CNPJ: 04359688/0001-51

O Viva Rio, que está desde 2004 no Haiti, onde desenvolve projetos sociais ligados às áreas de segurança, desenvolvimento e meio ambiente, também abriu uma conta para quem quer fazer doações às vítimas do terremoto:

Banco: Banco do Brasil
Agência: 1769-8
CC: 5113-6
CNPJ: 00343941/0001-28

Faça o que for possível e que nossas orações possam alcançar a nação haitiana.
Pense Nisso… Podemos não ser capazes de evitar certas tragédias, mas podemos ser solidários e fazer a nossa parte quando elas acontecem, mas cuidado sempre aparecem aproveitadores, portanto cuidado ao fazer sua doação.

Professor Braz Paulo
Patos de Minas
01/2010

Atualidades

Brasil e o IDH

Brasil permanece estável em índice de desenvolvimento humano

O Brasil permaneceu estável no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), divulgado nesta segunda-feira. O país ocupa a 75ª posição no índice. Entre 2006 e 2007, o índice brasileiro subiu levemente de 0,808 para 0,813, valor considerado de alto desenvolvimento humano. O índice, que varia entre 0 e 1, avalia as conquistas de um país com base na expectativa de vida, acesso à educação e padrão de vida, medido pelo PIB (Produto Interno Bruto) per capita. Nesta edição, o IDH avaliou 182 países, com a inclusão de Andorra e Liechtenstein pela primeira vez, e a volta do Afeganistão, que havia saído do índice em 1996. A Noruega continuou no topo da lista, seguida pela Austrália e Islândia. Serra Leoa, Afeganistão e Níger são os três últimos e apresentam os piores índices de desenvolvimento humano. A China foi o país que registrou o maior aumento, subindo sete posições, seguida pela Colômbia e pelo Peru, que melhoraram cinco posições no ranking.

Migração

O relatório, que analisa dados de 2007, não reflete ainda os efeitos da crise econômica global, que deverá ter impactos dramáticos no desenvolvimento humano, segundo o Pnud. No relatório deste ano, intitulado Superando Barreiras: Mobilidade Humana e Desenvolvimento, o órgão defende a migração com uma ferramenta altamente eficaz para melhorar a renda, educação e futuro das pessoas em um mundo extremamente desigual. Segundo o documento, a maior parte da movimentação ocorre não de um país para outro, mas internamente. “Usando definições conservadoras, nós estimamos que cerca de 740 milhões de pessoas sejam migrantes internos, quase quatro vezes o número das que se movimentam internacionalmente”, diz o relatório. Entre as 200 milhões de pessoas que se mudam para outros países, a maioria troca um país em desenvolvimento por outro, ou transita entre nações desenvolvidas. Apenas cerca de um terço se muda de uma nação em desenvolvimento para um país rico.

Barreiras

O Pnud ressalta ainda as barreiras que existem para a movimentação de migrantes - principalmente os com baixas qualificações profissionais. Essas barreiras seriam responsáveis por manter estável em 3% nos últimos 50 anos a proporção de migrantes no mundo, apesar de fatores que poderiam ter aumentado esse número. Tendências demográficas, como o envelhecimento da população em países desenvolvidos e um crescimento do número de jovens nas nações emergentes, além de novas oportunidades de emprego e barateamento das comunicações e transportes deveriam aumentar a migração, segundo o relatório. Entretanto, as pessoas que desejam emigrar enfrentam cada vez mais barreiras impostas por governos. Segundo o Pnud, 50 milhões de pessoas estão vivendo e trabalhando ilegalmente em outro país. O documento propõe uma série de reformas para maximizar os impactos da migração no desenvolvimento humano, entre elas liberalizar os canais que permitem que pessoas com poucas habilidades trabalhem fora, garantir os direitos básicos dos migrantes e reduzir os custos associados à migração. Fonte: BBC Brasil 5/10/2009 Acesso em 05 de Outubro 2009

 

MARTIR DA JUVENTUDE

Os céus se abrem para receber um filho querido…

 

 

A assessoria de imprensa da CNBB divulgou nota oficial sobre a morte do padre Gisley Azevedo Gomes, assessor nacional do Setor Juventude. Gisley, que esteve em Maringá no começo do mês, teria sido vítima de assalto. Visto pela última vez no domingo (14), o corpo do padre só foi localizado pela polícia na tarde de hoje (16).

 

Nota da CNBB sobre assassinato do Pe. Gisley

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, profundamente consternada, comunica o assassinato do padre Gisley Azevedo Gomes, CSS, assessor nacional do Setor Juventude desta Conferência, ocorrido ontem, 15 de junho.  O crime está sendo investigado com empenho pela Polícia com o acompanhamento dos advogados da CNBB e da Congregação dos Sagrados Estigmas (Estigmatinos) à qual padre Gisley pertencia.

Ordenado em 29 de maio de 2005, padre Gisley estava na assessoria do Setor Juventude da CNBB há pouco mais de dois anos. Comprometido com a vida da juventude, organizava, juntamente com as Pastorais da Juventude do Brasil, a Campanha Nacional contra o Extermínio da Juventude que tem como lema “Juventude em marcha contra a violência”. Lamentavelmente ele foi vítima da violência que ansiava combater.

Esperamos confiantes que o crime seja apurado com eficiência e os culpados punidos com justiça. Lembrando a Campanha da Fraternidade que realizamos sobre a Segurança Pública, reafirmamos a urgência de toda a sociedade se mobilizar para por fim à violência que ceifa vidas tão precocemente.

Aos familiares e amigos do padre Gisley, à Congregação dos Estigmatinos, às Pastorais da Juventude do Brasil e aos Movimentos Juvenis a CNBB manifesta seu pesar e sua solidariedade, firmada na palavra do evangelho que nos faz crer na Ressurreição. Cremos firmemente que, neste momento, padre Gisley, atendendo à voz do Cristo que disse: “Jovem, eu te digo, levanta-te!” (Lc 7,14), nasce para a vida eterna . Que Nossa Senhora Aparecida o acolha no Reino de seu Filho Jesus.

Brasília, 16 de junho de 2009

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

 

 

É issso ai galera…2009 chegou e que bom que estamos aqui!!!

A vida é assim… Às vezes
Charles Suela Gama

A vida é assim…
Às vezes nada acontece como nós queremos, como nós desejamos
Às vezes esperamos algo… Mas nunca vem!
Às vezes amamos alguém
Às vezes alguém nos ama
Mas não somos correspondidos e não correspondemos à altura
Às vezes temos a oportunidade de sermos felizes, mas não conseguimos
Às vezes a felicidade está onde nós menos esperamos
Às vezes está em nossa frente, diante dos nossos olhos
Mas por algum motivo não conseguimos enxergar
Quando conseguimos enxergar, já é tarde…
Perdemos a oportunidade que não teremos mais
Às vezes sentimos culpados por não termos enxergado o que está diante de nossos olhos
Às vezes não nos perdoamos 
Por medo
Por não ter tentado
Por não ter acreditado
Por não ter dado uma chance
E acabamos perdendo o que poderia ser a FELICIDADE!
Às vezes olhamos para trás e sentimos que poderíamos ter arriscado
E mesmo com o medo
Ter tentado
Ter acreditado
Ter dado uma chance
Às vezes temos que arriscar para não cometer os mesmos erros do passado
Às vezes temos que olhar a nossa volta
Procurar o que nos faz feliz, o que nos deixa feliz
O que nos faz bem, o que nos faz sentir bem
Aproveitar às oportunidades

A vida é assim…

 

 

Ø       O que esperar de 2009? O que tem ouvido falar que tem acontecido no mundo?

Ø       Minha vida de aluno pra esse ano tem de ser melhor que a do ano anterior?

Ø       Tenho projetos concretos pra esse ano?

Ø       Como anda minha auto-estima?

Ø       Como alimento a esperança em meu dia a dia?

8ª Série FATOS RECENTES DA ARGENTINA

Tema: Fatos Recentes na Argentina

RECUPERAÇÃO DA ARGENTINA

 Em setembro de 2003, Kirchner volta a suspender os pagamen­tos aos organismos de crédito, diante do impasse nas negociações da dívida de 90 bilhões de dólares. A moratória dura ape­nas dois dias. O FMI concorda em assinar novo acordo, aprovando empréstimo de 12,5 bilhões de dólares. Em troca, o país se compromete a gerar um superávit fiscal equivalente a 3% do Produto Interno Bruto (PIB), índice considerado baixo, para acordos semelhantes.

Depois de chegar ao fundo do poço, em 2002, quando o PIB apresenta redução de 10,9%, a economia argentina mostra expressiva recuperação. O desemprego diminui, embora permaneça elevado, em torno de 12% da força de trabalho. A insatisfação manifesta-se por meio dos “piqueteiros” - grupos de desempregados que fazem piquete nas estradas e avenidas para exigir dinheiro e comida

REESTRUTURAÇÃO DA Dívida

 Em junho de 2005, a Argentina anuncia o fim da reestruturação da dívida do país.

Para garantir que receberão ao menos parte do que lhes é devido, a maioria dos credores aceita trocar os títulos antigos da dívida por novos papéis com valores até 75% inferiores. Com a renegociação, o débito argentino diminui de mais de 100 bilhões de dólares para cerca de 35 bilhões de dólares. Em janeiro de 2006, a Argentina paga integralmente sua dívida com o  FMI. A retomada da economia leva à redução da pobreza, de 39% em 2003 para 27% em 2006. Mesmo assim, os conflitos sociais persistem.

CRISTlNA KlRCHNER

Nas eleições presi­denciais de 2007, Cristina Fernández de Kirchner, mulher do presidente, é vitoriosa no primeiro turno, obtendo 45,3% dos votos, contra 23% de EIsa Carrió, que concorre com uma plataforma de centro-esquerda. Cristina torna-se a primeira mulher a ser eleita para o cargo na Argentina.

CONFRONTO COM RURALISTAS

Os primeiros meses da nova presidente são marcados por forte conflito com os produtores rurais. Em março de 2008, Cristina Kirchner emite uma resolução que aumenta os im­postos sobre a exportação de grãos, como a soja Os agricultores reagem e iniciam um movimento de contestação, que une praticamente todos os setores rurais e atrai a classe média urbana. Entre marco e junho, os ruralistas organizam quatro lo­cautes (paralisações patronais) e inúmeros bloqueios nas estradas. As ações causam desabastecimento nas cidades e criam uma situação de crise no país, com choques entre opositores e apoiadores do governo.

Em junho, Cristina concorda em submeter a resolução a uma votação no Congresso. No inicio de julho, a proposta é aprovada pelos deputados por apenas sete votos de diferença. Dois grandes atos - a favor e contra o governo - marcam a votação do tema no Senado, em sessão que se começa em 16 de julho e só termina na madrugada seguinte. Numa decisão surpreendente, a resolução é derrotada. A votação inicial­mente termina empatada, com 36 votos a favor e 36 contra. Cabe ao vice-presidente da República e presidente do Senado, Julio Cobos, dar o voto contrário decisivo. Cobos, político dissidente da UCR, é saudado como herói pela oposição e como traidor pelos peronistas. No dia seguinte, a presidente revoga a elevação de impostos. O longo embate, além de causar uma divisão no país, é responsável pela queda vertiginosa da popularidade de Cristina Kirchner.

ESTATIZAÇÃO

Em outubro, a presidente anuncia polêmico projeto de lei que estatiza sistema de aposentadorias do país, eliminan­do os fundos de pensão privados. A medida é combatida pela oposição e pelo mercado financeiro, mas recebe o apoio das centrais sindicais. No inicio de novembro, o projeto  é aprovado pela Câmara dos Deputados, e  segue para o Senado.

A Geografia uma oportunidade de entender o mundo…

Geografia: a mais importante de todas as matérias da escola? Só se o mundo for uma bola!

 

Aí está uma idéia que pode parecer estranha diante do que a maioria de nós está acostumada a pensar: a Geografia é, poderia ser ou, melhor, deveria ser a mais importante de todas as disciplinas escolares.

Essa é uma noção atípica pois, infelizmente, o ensino da Geografia na escola ainda é associado a duas idéias principais:

- Ela é uma disciplina que leva ao extremo o recurso à “decoreba”. Nós fomos educados assim e, apesar de todas as mudanças, ainda podemos dizer que, para tirar boas notas em Geografia, em pleno século XXI, o mais importante continua sendo ter uma boa memória.

- A Geografia é uma matéria que quase nunca reprova e é mais fácil e menos decisiva do que Matemática ou Língua Portuguesa. A aula de Geografia é um bom momento para fazer um pouco mais de bagunça, até mesmo porque, em geral, professores de Geografia são “mais bonzinhos”…

Neste artigo, gostaria de tentar mudar um pouco a visão de quem pensa assim e dividir algumas idéias que fazem com que nós, geógrafos, tenhamos grande orgulho e prazer com nossa profissão (embora ninguém, ao que parece, esteja ficando muito rico).

Enfim, a visão da “decoreba” e da matéria menos séria é triste, porque a Geografia não é nada disso: ela é uma ciência que integra contribuições de todas os campos do saber e que deve ter uma função central na necessária renovação do ensino.

Por que isso acontece? Em primeiro lugar, porque é a Geografia que garante um espaço específico para o tratamento das questões sociais e ecológicas dentro das escolas, permitindo que os problemas do mundo sejam discutidos nas salas de aula.

Quando os meios de comunicação mostram incessantemente imagens de terroristas agindo nos mais recônditos cantos do planeta, é possível que a escola ignore isso? E quando o clima do planeta dá sinais de alterações perturbadoras, talvez por influência da atividade industrial humana, é aceitável deixar de discutir isso? É claro que não, a não ser que a escola desista de ter entre os seus objetivos o de ajudar a entender o mundo.

É por isso que um amigo geógrafo sempre diz que “um bom professor de Geografia vai para a sala de aula com um jornal e um globo terrestre”. Claro, pois tudo o que está acontecendo de importante no mundo pode servir como ponto de partida para o trabalho do professor de Geografia.

E no que deve consistir esse trabalho? Basicamente em mobilizar a curiosidade e as idéias que os alunos já têm sobre os temas debatidos e, com base nisso, conduzir atividades em que vamos localizar, mapear, comparar e analisar criticamente os fenômenos discutidos. É exatamente por isso que há muitas décadas já se afirma que, na escola, a Geografia é fundamental para levar alunos e alunas além da visão superficial e sensacionalista das manchetes dos jornais e da TV.

Então, a Geografia é importante porque, mesmo na escola mais tradicional, abre espaço para que os problemas reais do mundo sejam discutidos e aprofundados. Esse processo revela um outro aspecto importante dessa disciplina: ela pode englobar abordagens de várias outras matérias. Um bom trabalho provoca a necessidade de pesquisar e discutir questões históricas e científicas, produzir textos de síntese, levantar dados numéricos e usar a matemática em um sem-fim de tipos de análises. Ou seja, em um trabalho sério de Geografia, todas as disciplinas devem dar sua contribuição; todas as matérias podem “estar contidas” nela. A Geografia, veja só que chique, é multi e interdisciplinar!

Aliás, não são apenas os geógrafos que afirmam isso. Um dos grandes pensadores da complexidade, da renovação da ciência e de seus paradigmas é o francês Edgar Morin, que reconhece que “o desenvolvimento das ciências da Terra e da Ecologia revitalizam a Geografia, ciência complexa por princípio, uma vez que abrange a física terrestre, a biosfera e as implantações humanas” [i] . Ou seja, uma Geografia que não seja multidisciplinar não merece esse nome.

Com todo esse potencial, dói ver que a Geografia escolar é muitas vezes associada a coisas como decorar o nome de rios e de capitais…

Talvez eu já tenha conseguido provocar alguma perturbação em sua concepção da Geografia e do papel dela na escola. Para concluir, afirmo (juntamente com muitos geógrafos) que a Geografia deve ser, cada vez mais, explorada como a mais importante das disciplinas, para atingirmos dois objetivos em nossas escolas. Esses objetivos podem parecer contraditórios, mas, na verdade, são profundamente complementares:

- Pelo conhecimento do espaço local e pela comparação dele com outros lugares, ajudar cada um(a) a compreender melhor sua inserção territorial e cultural, o que contribui para a construção de uma identidade pessoal e comunitária mais rica. Conhecer cada vez mais e melhor seu lugar, sua cultura e as pessoas que vivem nos mesmos espaços que nós.

- Pelo tratamento global dos problemas, pela busca de características comuns, pela análise da distribuição e da evolução espacial dos fenômenos e pelo uso constante do globo e de mapas, levar os (as) estudantes a conhecerem cada vez melhor o planeta em que vivemos. É a Geografia que possui a mais nobre das missões na escola do século XXI: preparar nossas crianças e adolescentes para a superação dos patriotismos e regionalismos estreitos, e formar para o respeito às diferenças e para o que nós chamamos de “cidadania planetária”.

O francês Paul Claval, um grande geógrafo, encerra um de seus livros afirmando que “concebida dessa maneira, a Geografia prepara os homens para serem cidadãos do mundo. É nisso que acredito sinceramente”. Eu também!

Afinal de contas, o mundo é mesmo quase uma bola, estamos todos no mesmo barco redondo com sua atmosfera fantástica, o que acontece aqui sempre tem implicações acolá, e não podemos mais nos dar ao luxo de educar nossas crianças como se isso não fosse uma verdade fundamental. Precisamos da Geografia para nos conhecer, para conhecermos nosso mundo respeitando sua diversidade e complexidade e para construirmos a cidadania planetária. Decore isso…

 

Luca Rischbieter*

*Luca Rischbieter mora em Curitiba, é geógrafo (Universidade Federal do Paraná) e pedagogo (Universidade Paris V). De 1990 a 1995, trabalhou junto ao Projeto Araucária, de

O aquecimento global?

Não se engane ele continua por ai…

Com um verão desses no sul do Brasil, em que as temperaturas
diurnas mal passam dos 20 graus e os ventos assoviam nas madrugadas geladas (a
média
em São Paulo
tem estado quase 2 graus mais baixa que nos anos anteriores), como explicar que
ainda se fale em “aquecimento global”?

Segundo os cientistas, o aquecimento global continua sendo uma
ameaça séria. Diz Lincoln Alves, climatologista do Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais (INPE): “A mudança climática é uma tendência de longo
prazo que não pode ser fundamentada por apenas uma estação e que não inibe a
ação das centenas de variáveis que influenciam o clima.”

O aquecimento global continua mandando sinais inequívocos para os
cientistas. O mais dramático deles é o encolhimento das calotas polares. O
Ártico é o indicador mais significativo da mudança climática porque nenhuma
outra região do mundo é tão sensível ao efeito estufa.

A calota polar norte recebe dos países do Hemisfério Norte ventos
impregnados de dióxido de carbono, o principal gas encapsulador de calor da
atmosfera. A poluição também deixa a neve menos branca, aumentando a absorção
da luz que chega à superfície. Em conseqüência disso, a temperatura aumenta e o
que já foi chamado de “gelo eterno” derrete.

Nos últimos dois verões do Hemisfério Norte, a calota atingiu os menores
índices que se tem notícia. Em setembro de 2008, chegou ao tamanho mínimo de
4,5 milhões de quilômetros quadrados, 33% menor que em 1979, quando começou o
monitoramento da região com sensores e fotos de satélite. Pela primeira vez, o
Ártico deixou de ligar a América do Norte e a Ásia.

O derretimento abriu tornou possível circunavegar a calota.
“Comparando as primeiras imagens com as de semana passada, percebe-se que
o Ártico não só derrete mais no verão como está congelando menos durante os
meses de inverno”, disse a VEJA William Chapman, geógrafo do Cryosphere
Today, o serviço da Universidade de Illinois que registra diariamente a área
congelada do planeta.


Fonte: Revista VEJA Edição 2095 14 de janeiro de 2009

 

Missão PJE - CNSG

Estar em contato com o outro, conhecê-lo para amá-lo!!!

 

Os Missionários ainda na Catedral depois da benção do Diácono Sinésio.

 

Dia 01 de novembro foi demais…

Um dia para guardar na memória.

O organizou- se   junto aos alunos do Ensino Médio uma missão de solidariedade da PJE – CNSG.

O objetivo não era levar um presente, alimentos ou uma leitura bíblica.

Esperávamos de fato ser presentes por algum tempo na vida de algumas famílias.

A comunidade que nos acolheu foi a de Nossa Senhora do Amparo, região conhecida como Aragão. Os alunos e a comunidade se integraram de uma maneira fraterna e calorosa. Foi um momento de realidades diferentes se encontrarem. Um sábado que começou por volta das 8h30m, mas na verdade não terminou…ele continua acontecendo em nossas mentes e coração.

Valeu cada cerca transposta (inclusive as elétricas!!!), pinguelas, pontes, estradas, pastos e outros detalhes. Valeu aquele cafezinho saboroso servido as vezes em companhia da fornalha ainda fumegante de borralho e cinzas.

Marcante foi a acolhida palavra chave que norteou nossa missão.

A exemplo do Pe.Júlio visitamos e ouvimos de um povo alegre e cheio de esperança sobre seus problemas, seu cotidiano, suas conquistas e seus sonhos.

Voltamos felizes, não tanto por aquilo que deixamos, mas sim por aquilo que trouxemos.

Um abraço especial ao casal que ajudou este projeto se tornar real: Maria José e Edison.

Espero que um dia possamos voltar!!!

Em 2009 tem mais. Aguardem…

Para saber mais visite o site do CNSG.

www.cnsgpatos.com.br